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descrever o meu blog é uma tarefa quase impossível...

TEDx O´Porto 2011

terça-feira, julho 12, 2011

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How to Attract Clients in 10 Steps

sexta-feira, fevereiro 11, 2011

Here are the 10 ways he proposes with a few comments:

  • Be likeable:i.e. be thoughtful, kind, considerate. People are drawn to us when they feel related to. Cordiality and consideration have to be cornerstones on our practice.
  • Think about the other person: a deal that is only good for you isn’t good enough. It ought to be good for both parties. By taking the client’s best interest at heart you’re adding value to your service.
  • Do not lie: clients want to work with someone who is honest, ethical, and truthful. Lying will get you nowhere. Keep your website, blog and social network profiles truthful to your business. It will make a difference.
  • Get yourself together: People are attracted to people who are well dressed, well groomed. Don’t be just good, you’ve got to look good, too.
  • Be real: Show interest on how is the client doing, ask about the family, the company, etc. People like that others show they care about them.
  • Listen: you’ve got two hears and one mouth, use them in that same proportion. We all like to be listened to, we all like to talk, the real wisdom lies in listening more than talking specially regarding clients, though.
  • Look for common ground: Clients ought to be able to find some common areas of interest with you, i.e. sports, friends, points of view. Having some common ground brings people together.
  • Be humble: Do not argue over money nor attempt to win an argument. Just state your views plainly and avoid confrontation.
  • Appear busy: Don’t the notion that you only have that one client. Though people like to feel special, if they get the notion they’re your only client it will make them suspicious of your ability. Let show the idea of how hard the work is and never say: ” Oh, that’s quite easy…” If it is so, why should they pay you for it?
  • Be easy to approach:answer to clients’ questions. When clients ask you for information, give it to them. A simple information is just that: information.

These are common sense tips which, when used regularly on your practice may translate into profitability.

Give it a try.



Fonte: LawRD

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Logorama

quinta-feira, julho 29, 2010

Logorama from Evildogboy on Vimeo.

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Voxx uma rádio do camandro!!

segunda-feira, maio 24, 2010

voxx by dted

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Anúncio Ariston Aqualis - Premiado em Cannes

quarta-feira, dezembro 30, 2009

Winner at Cannes, and now on permanent display in the Louvre Paris as an example of modern art in advertising. Directed by Dario Piana for Leo Burnett, posted by Buf Paris. 80% of this film was acheived in camera.


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Postal de Natal Original

sexta-feira, dezembro 18, 2009

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Victoria's Secret Commercial By Michael Bay

quinta-feira, dezembro 10, 2009

Quando o Cinema e a Publicidade a Lingerie se unem, resulta em algo semelhante a isto...

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The Future Of Work

quinta-feira, dezembro 03, 2009

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Como é que AQUELE idiota é rico e EU NÃO?

quarta-feira, outubro 21, 2009

Lembra-se de pegar num jornal e reconhecer o homem na foto como sendo aquele miúdo que se enganava sempre nos trocos?
Agora já está crescido, a apertar a mão ao governador e a gerir uma empresa de mil milhões de dólares.

Você, por outro lado, sempre fez bem as suas contas. Porém, a única pessoa que lhe aperta a mão é o gerente do seu banco. Lembra-se de interrogar: "Se eu sou tão responsável, como é que aquele idiota é rico e eu não?"

Quer saber porquê? Enquanto estava ocupado com o TPC de matemática, este miúdo reuniu uma série de amigos "falhados", montou um negócio na garagem do pai e começou a produzir em série programas de computador, a falar com investidores de capital de risco e a fazer vendas.

O que fez dele um Idiota Rico? A ACÇÃO!


Retirado de "Como é que aquele idiota é rico e eu não?" por Robert Shemin


Moral da história: O mundo não está para os inteligentes, mas sim para os espertos!!

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Curta - Tarantino´s Mind (c/Seu Jorge)

sexta-feira, outubro 09, 2009

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Seu Jorge - Amanhã no Coliseu do Porto (eu vou)

Videoclip filmado em Roma e retirado do filme The Life Acquatic de Steve Zissou, com Willem Dafoe, Bill Murray e claro ... Seu Jorge

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O melhor cartaz das autárquicas

terça-feira, setembro 22, 2009

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Inglorious Bastards

segunda-feira, setembro 21, 2009

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A tradição das Caldas by Unas

quinta-feira, setembro 17, 2009

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Federer - O melhor ponto da vida dele esta semana no US OPEN

terça-feira, setembro 15, 2009

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Virgin - life flashes

segunda-feira, setembro 14, 2009

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Joel Santana - Inglês (brasileiro) - Mentor de Anderson (Man Utd)

terça-feira, setembro 08, 2009




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Nitin Sawhney feat Ek Jaan - London Undersound

Som muito agradável... a ouvir!


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O regresso da Manuela Moura Guedes

segunda-feira, setembro 07, 2009

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Entrevista a Sérgio Conceição

quarta-feira, setembro 02, 2009


Foi um telefonema desconcertante. Sérgio Conceição fala como joga. Não admite traições, à pátria e a si próprio. Quando o i lhe telefonou, só queria fazer 11 perguntas sobre os 11 anos de carreira no estrangeiro, iniciados a 29 de Agosto de 1998, pela Lazio, mas Sérgio falou, pelos cotovelos e pôs os pontos no i.

Faz hoje 11 anos que se estreou no estrangeiro. Qual a diferença de 1998 para 2009?

Já foi há tanto tempo, mas não senti o tempo passar. Ou seja, sei que foram 11 anos e também sei que os aproveitei bem. Estive em grandes equipas. E a estreia ninguém esquece, não é? Foi pela Lazio, em Turim, e marquei o golo da vitória [2-1] sobre a Juventus aos 90'+3. Naquela altura, a Supertaça decidia-se no estádio da equipa campeã. A Juventus, nesse caso. Está a ver? Uma diferença de 1998 para 2009: este ano, a Supertaça italiana jogou-se fora de Itália, em Pequim.

Foi o herói do jogo mas a imprensa italiana trocou o seu nome...

É verdade! Entre Sérgio e Flávio Conceição, vai uma grande diferença. Eu sou português, ele brasileiro. Eu jogava em Itália, ele em Espanha [Deportivo]. No dia seguinte, quando li isso, fiquei... Imagina? Mas demonstrei o meu valor aos italianos ao longo dos tempos. Na Lazio, fui campeão nacional, levantei a Taça das Taças. Joguei no Inter, o que por si só já é uma vitória, e também no Parma, que ficou em segundo lugar naquele ano [2000-01]. Sou Sérgio e eles [jornalistas] já sabem disso, à conta de vitórias.

Naquela altura, em 1998, trocou o Porto por Roma. Sentiu a diferença?

Muito, muito, muito. Foi difícil. Não a adaptação à língua, à comida, ao país e aos costumes. Foi difícil sair do núcleo do FC Porto, onde tudo é uma família, que comia junta, pelo menos uma vez por semana. Quando cheguei à Lazio, percebi logo que o ambiente era mais frio. Era cada um por si. Atenção que isto não é uma crítica. É normal em toda a parte do mundo - e já andei por muitos clubes [Lazio, Inter, Parma, Standard, Al Qadisiya e PAOK]. A família do FC Porto é que é diferente, para melhor.
Escolha onze jogadores com quem jogou no estrangeiro. Comecemos pela baliza.
[sem hesitar] Buffon. Convivi com ele um só ano no Parma e deu para perceber a qualidade futebolística e humana. Comparo-o ao Baía. Sabe o que tinha o Buffon dentro do cacifo no Parma? Nem vai acreditar! Um poster dos adeptos do Carrarese, o clube da sua terra [Carrara]. Ia ver os jogos deles nas folgas.
Na defesa.
Na direita, Zanetti, il capitano do Inter. Que classe, dentro e fora do campo. No meio, Cannavaro e Nesta. Fui companheiro deles no Parma e na Lazio, respectivamente. A Itália concorda com esta dupla. Na esquerda, quem há-de ser? Quem há--de ser? Meta aí o Córdoba [central colombiano do Inter]. É boa gente. Atenção: Thuram [Parma] é suplente.

E os três do meio-campo?

Outra pergunta difícil. Matías Almeyda, o argentino. Fomos juntos da Lazio para o Parma, em 2000. Depois, o Roberto Mancini, que jogou comigo na Lazio e até chegou a ser meu treinador, e o Verón, também da Lazio. Deste meio-campo, só o Almeyda é boa gente. Mancini era sensacional mas nunca gostei dele. Tinha cá umas manias... Ao Verón também ninguém lhe ensinava nada, mas não era boa onda. Um filósofo, bem-falante, mas nada bom companheiro. Desses três, dois não prestam para nada e só jantaria com o Almeyda. No banco, Seedorf e Pirlo [ambos Inter, hoje ambos Milan].

Falta o ataque.

Escolho Vieri, Ronaldo Fenómeno e Boksic, que andava sempre lesionado mas quando jogava, vai lá vai. Tinha cá uma força. Deixo de fora, Adriano, Salas, Crespo...

E quem treinaria esta equipa?

Tive tantos bons. Cúper, responsável pela minha chegada ao Inter, Malesani, Sacchi. Escolho o Sacchi, que treinou o Parma, por tudo aquilo que representa para o futebol mundial, por tudo aquilo que ainda é para os italianos. É o Sacchi, definitivamente.

E o Eriksson?

Sim, pensei nele. É um gentleman. Mas prefiro o Sacchi. Com Eriksson, joguei a época inteira e fui suplente na final da Taça das Taças. Sabe porquê? Porque ele gostava muito do Mancini e este andava quase de braço dado com o Mihajlovic, ao ponto de ter sido seu adjunto no Inter. Ora, o Mihajlovic era o melhor amigo do Stankovic, agora no Inter. Nessa final, adivinhe quem jogou? Stankovic, pois claro! Eu, banco! Eriksson é um gentleman mas não alinho com pessoas que fazem panelinha com os outros. É igual ao Scolari.

Então?

Agora, não tenho tempo para isso.

Para isso, o quê?

Para o Scolari. Se lhe contasse coisas sobre ele, nunca mais saía daqui.
Diga só uma, então.

Só uma? Não posso! Não consigo! Como é que vou falar de um homem que chegou a Portugal, saiu daí sem ganhar nada e ainda é bem-visto? Dou valor é ao Queiroz, que ganhou dois títulos mundiais com os juniores. E também ao Humberto Coelho. Bolas, com ele, ganhávamos a dar espectáculo. Mas alguém duvida de que o Euro-00 foi o expoente máximo da geração de ouro? Alguém duvida? Não brinquem comigo!

Com Scolari...

Estive nove meses, mas a primeira reunião dos capitães - eu, Couto, Figo e Rui Costa - foi suficiente para o entender. Chamou-nos à parte e disse-nos que estava ali para treinar a selecção e dar o salto para um grande europeu. Mas estamos a brincar ou quê? Mas que é isto? Um homem na selecção, que deve ser um privilégio, o maior privilégio, e ele só pensava em sair para um grande da Europa. Mas brincamos ou quê? Falava em seriedade e disciplina. Aliás, afastou carismáticos, como Baía e João Pinto, com base na disciplina. Isso é tudo muito bonito, mas ele não aplicava a regra. Nos almoços da selecção, a mesa dos jogadores é sempre maior que a dos treinadores, porque há mais jogadores que treinadores. Com o Scolari, não! A nossa tinha 18/20 pessoas. A dele era maior. Mas estamos a brincar? Mas estamos onde? Ele levava os amigos brasileiros, os amiguinhos da Nike. Sim, porque ele é patrocinado pela Nike e entre um jogador da Nike e um da Adidas, escolhia sempre o da Nike. Mas depois, lá vinha com a lengalenga da disciplina. Então mas eu, que nasci em Coimbra, em Portugal, deixo-me ficar? Numa situação destas, deixo de agir? Mas estamos onde, pá? Que é isto? Ele ganhou o quê? Foi a uma final em casa e perdeu-a [Euro-04]. Mas há mais.
Quem?

O Dr. Merdaíl. Disse Merdaíl? Enganei--me. É Madaíl, Madaíl. Depois do fiasco do Mundial-02 [Portugal eliminado na fase de grupos por EUA e Coreia do Sul], escondeu-se atrás de uma carcaça, atrás de um campeão do mundo [o Brasil venceu esse Mundial-02, com Scolari a seleccionador]. Isso é atirar areia para os olhos dos outros. Desculpe lá, mas apetece-me partir a loiça toda. Nasci aí, em Portugal, e não aceito que arruínem o nosso futebol.

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